quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

ATITUDE SUSTENTÁVEL

Todo mundo procura elencar suas metas e planejamentos para o ano, passar na faculdade, comprar um carro, conseguir uma promoção no emprego. Que tal incluir nas suas metas para 2014 e próximos anos: “Ter atitudes e Ações mais sustentáveis” ?
Não pense que para isso você precisa seguir passos muito radicais no seu dia-a-dia, pois com ações práticas e simples, no coletivo, fazem uma grande diferença para o Planeta – afinal ele já pede socorro!!
Se gostou da Ideia mas não sabe por onde começar confira algumas Dicas de Sustentabilidade para seu Cotidiano e Vida:
  • Converse com seus familiares e amigos sobre a importância das ações sustentáveis, como podemos ajudar o mundo, tente conscientizar das pequenas e imprescindíveis medidas que devem ser tomadas rumo a Sustentabilidade;
  • Conscientize seus filhos sobre os problemas da Terra, como o Aquecimento Global, Desmatamento, Poluição, pois ele já vai crescer com a meta de ser sustentável;
  • Crie Tarefas Domésticas, como Apagar as luzes acessas sem necessidade, separar o lixo para reciclagem, não gastar água à toa;
  • Adote os 3 Rs – Reduza, Reutilize e Recicle;
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  • Plante uma árvore no seu jardim, quintal ou local próximo de sua casa – assim você colabora para a absorção de até 1 tonelada de CO2 durante a vida e oferece abrigo para os pássaros;
  • Reduza o número de copos Plásticos utilizados, por meio de Canecas Ecológicas;
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  • Restos de Alimento que você despeja na lixeira são bons fertilizantes - adubo - orgânicos. Coloque-os em vasos, assim você ajuda a deixar as plantas mais fortes;
  • Faça revisão regularmente em seu carro, troque óleo nos prazos indicados e verifique os filtros. Dessa forma economiza-se combustível e despeja-se menos CO2 na atmosfera;
  • Escolha produtos de madeira de Reflorestamento;
  • Use Sacola de Tecido, Pano, Lona que são ecológicas e duráveis;
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Gostou das Dicas de Sustentabilidade? Deixe um comentário ou sugestões.                

                                     fica a dica!

PT VAI COMANDAR COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA CÂMARA.

PT VAI COMANDAR COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA CÂMARA


PT, PARTIDO COM MAIOR BANCADA, FICOU COM O CONTROLE DAS COMISSÕES DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA (CCJ), SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA E DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS (CDH)




Após duas semanas de negociações, os líderes partidário definiram hoje (18) o comando das comissões permanentes da Câmara dos Deputados. O PT, partido com maior bancada, ficou com o controle das Comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), Seguridade Social e Família e de Direitos Humanos e Minorias (CDH). No ano passado, presidida pelo deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), a CDH foi motivo de diversas polêmicas. Além das três comissões o PT também controlará a Comissão MIsta de Orçamento (CMO).

"Esta [Comissão de Direitos Humanos] era a prioridade para todos nós. Não poderíamos, de forma alguma, permitir que a comissão ficasse em mãos erradas, como aconteceu no ano passado", disse o líder do PT, Vicentinho (SP).


As comissões são órgãos técnicos que têm por finalidade discutir e votar as propostas de lei apresentadas à Câmara. Todos os anos, a Mesa Diretora da Casa define o número de membros das comissões permanentes com base no princípio da proporcionalidade. A presidência das comissões é distribuída entre os partidos conforme o tamanho das bancadas.


O PT receava que a CDH ficasse com o PP , do deputado Jair Bolsonaro (RJ), que chegou a anunciar que poderia presidir a comissão. Para evitar que isso acontecesse, o PT fez um acordo com o PTB que, inicialmente, aceitou ficar com a comissão. Pelo acordo, o PT cedeu o controle da Comissão de Viação e Transporte pelo da CDH. "O PTB se antecipou e segurou a Comissão de Direitos Humanos e nós asseguramos a de Transportes, e depois houve a troca", explicou Vicentinho.


O PMDB, que detém a segunda maior bancada, ficou com as comissões de Finanças e Tributação, Fiscalização Financeira e Controle e de Desenvolvimento Urbano. Já o PP comandará as comissões de Turismo e de Trabalho, Administração e Serviço Público.


Principal partido de oposição ao governo, o PSDB ficará com as comissões de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática e de Relações Exteriores e Defesa Nacional. O DEM comandará a de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.


O PSD ficará com as comissões de Defesa do Consumidor e de Minas e Energia – para a presidência desta última, o líder do partido, Moreira Mendes (RO), confirmou o deputado Geraldo Thadeu (MG).

O comando da Comissão de Educação coube ao PSB e o da de Cultura, ao PCdoB. PDT, PROS, PR, Solidariedade e o bloco formado pelo PV e o PPS ficaram, respectivamente, com as comissões de Desporto; Integração Nacional e Desenvolvimento Regional e da Amazônia; Agricultura, Pecuária, Abastecimento, Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; e Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.


A negociação em torno da divisão da comissão começou há duas semanas, logo após o retorno do ano legislativo. O PSC queria a presidência de uma comissão, mas, com a criação do Solidariedade (22 parlamentares) e do PROS (19 parlamentares), no ano passado, o partido, que tem 13 deputados e comandou a Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), deixou de ter direito a uma comissão, de acordo com o cálculo da proporcionalidade.


Após acordo das lideranças partidárias, houve o desmembramento da Comissão de Desporto e Turismo em duas. Com a divisão da comissão, o número de colegiados passou de 21 para 22.


Inicialmente contrário à cessão, o PT, que regimentalmente teria direito a quatro comissões, abriu mão de uma em favor do PSC, que ficou com a comissão de Legislação Participativa. Até a próxima semana, os partidos devem definir quem presidirá as comissões.



Fonte: Agência Brasil

INTERNAÇÃO NO CORREDOR DO HOSPITAL REGIONAL DE TAGUATINGA




INTERNAÇÃO NO CORREDOR DO HOSPITAL REGIONAL DE TAGUATINGA

Filha de paciente de 88 anos reclama da falta de estrutura. Governo reconhece superlotação.
Ludmila Rocha
ludmila.rocha@jornaldebrasilia.com.br

            


Ela tem 88 anos, sofre de problemas cardíacos, é hipertensa, diabética, está com pedras na vesícula e sente dores. Ainda assim, aguarda, em uma maca do Corpo de Bombeiros, no corredor, por um leito na Emergência do Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Maria R ainha de Jesus chegou ao hospital na tarde da última terça, e, após aguardar mais de oito horas sentada em uma cadeira, comemorou, em vez de reclamar, quando pôde finalmente recostar-se em uma maca.


“Primeiro, arrumaram uma cadeira comum, onde ela ficou das 13h às 21h. Em seguida, apareceram com uma cadeira de rodas, onde queriam que ela passasse a noite. Só depois de reclamarmos muito é que conseguiram uma maca”, alega a dona de casa Vera Apparecida, 54 anos, filha da idosa.


A acomodação de pacientes no corredor, porém, é irregular. “Há uma placa dizendo que é proibida a permanência de macas no espaço, mas, claro, ninguém respeita. E a justificativa é a de sempre: que todos os leitos estão sendo utilizados por pacientes em estado mais grave e não há onde colocar tanta gente”, reclamou.


A mulher contou que a mãe é moradora do Recanto das Emas e o primeiro lugar onde buscou atendimento foi a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia, na semana passada. “Ela estava com febre e pressão baixa. Após ter ficado internada por três dias na UPA à espera de exames, disseram que o caso era grave e pediram que procurássemos um hospital. Fomos a uma clínica particular. O médico afirmou que o caso era cirúrgico, mas disse que antes do procedimento, em função de ela ter problemas cardíacos, precisaria colocar um marca-passo. Foi aí que procuramos o HRT”.


Situação delicada


Assim que chegou ao hospital - com pressão arterial a 6x2 e os batimentos cardíacos a 32 batidas por minuto - Maria teria sido encaminhada para fazer exames de sangue. “O médico disse que só poderia medicá-la após verificar os exames”, comentou a filha. O problema é que o resultado só saiu por volta das 20h30 e, antes de finalmente ser medicada, ainda precisou aguardar o retorno ao médico.


Vera conta que os enfermeiros e técnicos até tentam ajudar, mas faltam equipamentos. “O pessoal faz o que pode, eles estão sendo educados e atenciosos, mas não depende deles. Falta material básico”, lamentou.


Problema Frequente


Pacientes e familiares reclamam que casos como o da idosa acontecem todos os dias no HRT. “Falta de leito é a coisa mais comum aqui”, afirmou Juliana Matos, irmã de um paciente. Segundo eles, só ontem pela manhã novas macas estavam sendo providenciadas para os pacientes que se acumulavam nos corredores.


Mais unidades em breve


Procurada, a Secretaria de Saúde informou que a paciente está sendo acompanhada por clínicos no HRT, está sendo medicada e passa por exames. “A paciente foi classificada como verde, ou seja, sem risco de morte (acima do verde temos as cores amarelo, laranja e vermelho). A SES informa que os atendimentos ocorrem de acordo com a classificação de risco, não por idade. Os pacientes mais graves têm preferência no atendimento”, diz a pasta.


A Saúde explica como funciona a classificação: pacientes classificados como vermelhos, laranjas e amarelos devem procurar os hospitais, pois são situações mais complicadas. Já pacientes classificados como verdes e azuis devem buscar os centros de saúde. “Apesar disso, todos os pacientes que chegam ao hospital são atendidos”, reforça.


A Emergência do HRT tem 62 leitos. Hoje, segundo a pasta, há 147 pacientes na emergência – 60% da Região Metropolitana. “A demanda é cada vez maior e, por isso, diversas ações têm acontecido, como a construção de nove clínicas da Família, quatro UPAs, reforma e ampliação das unidades e contratação de mais de 14 mil funcionários nos últimos três anos”.

































MORADORES DE RUA: GRUPO QUE SÓ CRESCE



MORADORES DE RUA: GRUPO QUE SÓ CRESCE

População deve aumentar na época da Copa, alerta estudioso. Governo tenta resolver problema social
Da Redação
redacao@jornaldebrasilia.com.br



Mais de 2,5 mil pessoas se abrigam sob marquises, árvores e viadutos do Distrito Federal. Do total de moradores de rua, cerca de 450 são crianças, segundo pesquisa da Universidade de Brasília (UnB). E a previsão de especialistas não é otimista: esse número deve aumentar com a proximidade de eventos como a Copa do Mundo.


“Não há como resolver a situação a curto prazo. É preciso haver estratégias a longo prazo, educação da população para não dar esmolas e que o poder público esteja mais atento. Aqui em Brasília as pessoas são muito ‘generosas’ e acabam estimulando os moradores de rua a pedir”, diz o socioeconomista do Centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB, Marcel Bursztyn.


Medo


Mesmo com a criação do Programa Cidade Acolhedora, em julho do ano passado, que busca garantir apoio, orientação e acompanhamento a famílias e indivíduos em situação de rua, ainda se vê centenas de pessoas em situação de vulnerabilidade social em todo o DF.


Comerciantes e moradores do zona central de Brasília estão preocupados com a quantidade de pessoas que vivem nas ruas pedindo esmolas, usando drogas e até cometendo crimes. Muitos confessam que se sentem ameaçados constantemente e até constrangidos com atos obscenos presenciados.


A dona de casa Ângela Dourado, moradora da 106 Sul, diz que tem medo de sair às ruas. “Eles andam armados, não temos segurança aqui na quadra e estão chegando cada vez mais pessoas”, afirma.


Ações enérgicas


Para o aposentado Renato Moura, é preciso que o poder público tenha ações mais enérgicas e faça programas sociais. “Não adianta tirar das ruas. É preciso haver políticas que acolham essas pessoas. Vamos passar uma péssima imagem durante a Copa”, diz.


Segundo comerciantes da 108 Sul, a Igrejinha, ponto turístico da Asa Sul, está sendo esquecida porque as pessoas têm medo de visitar o local. “Construíram barracos atrás da igreja e vivem usando drogas aqui. Eles não respeitam ninguém”, relata o comerciante Rubem Lucena.


Capacidade insuficiente


No Sudoeste, moradores da Quadra 301 contam que veem cenas de nudez e até de sexo frequentemente. “Eles usam os prédios como dormitório, banheiro e até como motel”, reclama o fiscal de um supermercado Gregório dos Anjos.


De acordo com dados da Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), existe um programa de acolhimento que busca algumas alternativas, como reinserir estas pessoas no mercado de trabalho, as ajudam a voltar para os estados de origem, oferece tratamento para usuários de drogas, tudo visando a diminuição da quantidade de pessoas usando o espaço público como moradia e/ou pontos de drogas.


A Sedest também informou que existem centros, unidades de acolhimento e casas conveniadas que oferecem vagas. No entanto, são insuficientes para atender toda a população que vive nas ruas.


Saiba Mais


A rede pública de saúde oferece atendimento especializado para as pessoas que vivem nas ruas do Plano Piloto, Taguatinga e Ceilândia. A atenção básica é oferecida pelo programa Consultório na Rua.


Em 2013 foram feitas 7 mil consultas, entre atendimentos médicos, de enfermagem, de psicologia e de assistência social. O principal problema é que, muitas vezes, os pacientes não retornam.