Sem demissão, rodoviários fazem paralisação em duas regiões do DF
Ação atingiu quem pretendia sair dos terminais de Santa Maria e do Gama.
Acordo com MP previa rescisões; Grupo Constantino diz não ter dinheiro.
Sem ônibus, passageiros lotam parada de ônibus em Santa Maria, no Distrito Federal (Foto: Radar Santa Maria/Reprodução)
As manifestações culturais de Valparaíso de Goiás se desenvolvem, silenciosamente, no seio da comunidade, artistas cênicos, literatos, músicos, artesãos entre grande diversidade. Um belíssimo exemplo de dedicação a arte é o Artista Plástico Alvimar, que mantém o Atelier Studio A, que serve como Sede Provisória da SVAP - Sociedade Valparaisense de Artistas Plásticos, situado na Rua 10 - Qd 10 - Lt P - Lj A - Pq São Bernardo - CEP 72870-426 - Valparaíso de Goiás-GO. VALE A PENA CONFERIR!
Motoristas e cobradores que trabalham nas linhas de ônibus do Grupo Constantino não saíram dos terminais de Santa Maria e do Gama, no Distrito Federal, na manhã desta terça-feira (18). Segundo o Sindicato dos Rodoviários, cerca de 400 profissionais decidiram cruzar os braços para pressionar que a empresa os demita e, assim, eles possam ser contratados pela Marechal, que ganhou a licitação para rodar na região, uma das cinco bacias que compõem o novo sistema de transporte público do DF. Ainda não há informações sobre o número de passageiros atingidos nem sobre quantos veículos vão deixar de rodar
De acordo com o sindicato, entre as razões para a reivindicação dos trabalhadores está o fato de a maioria dos rodoviários morarem em Taguatinga e em Ceilândia, ficando mais próxima ao local de trabalho.O acordo feito com o Ministério Público era que as empresas que não vencessem a licitação para continuar na região em que já circulam demitissem os funcionários. Os rodoviários seriam, então, contratados pelas novas responsáveis pelo transporte. Responsável pelas empresas Planeta, Satélite e Cidade Brasília, o Grupo Constantino diz não ter dinheiro em caixa para dar baixa nas carteiras. Também afirmou não ter previsão para regularizar a situação.
Morador de Santa Maria, Daniel Oliveira afirmou que os passageiros ficaram revoltados. "Pararam e não avisaram. A população está revoltada", disse. "Está chovendo muito."
A paralisação começou às 4h. A Secretaria de Transportes informou que está acompanhando o protesto mas que ainda não vai se pronunciar.
A concorrência pelo transporte público do DF foi dividida em cinco bacias. Ao todo, 3 mil novos ônibus devem estar nas ruas até o final de fevereiro. A previsão do governo é que 700 veículos entre os 3.900 da frota atual permaneçam em operação.
R$ 120 milhões
Em 22 de outubro, os deputados distritais aprovaram em plenário o projeto de lei que permitiria ao GDF pagar as rescisões trabalhistas dos rodoviários dispensados pelas empresas que estão deixando o sistema de transporte público. O repasse total seria de R$ 120 milhões.
Em 22 de outubro, os deputados distritais aprovaram em plenário o projeto de lei que permitiria ao GDF pagar as rescisões trabalhistas dos rodoviários dispensados pelas empresas que estão deixando o sistema de transporte público. O repasse total seria de R$ 120 milhões.
A iniciativa foi contestada pelo Ministério Público. O promotor de Justiça Antônio Suxberger afirmou que os deputados não poderiam criar despesa para o transporte público, o que é vedado pela Lei Orgânica do DF.
No dia 17 de dezembro, o Conselho Especial do Tribunal de Justiça acatou em caráter liminar a contestação do MP. Não há prazo para o julgamento do mérito.
fonte:G1
SIM! NÓS TEMOS ARTES! CULTURA... – VALPARAÍSO-GO
As manifestações culturais de Valparaíso de Goiás se desenvolvem, silenciosamente, no seio da comunidade, artistas cênicos, literatos, músicos, artesãos entre grande diversidade. Um belíssimo exemplo de dedicação a arte é o Artista Plástico Alvimar, que mantém o Atelier Studio A, que serve como Sede Provisória da SVAP - Sociedade Valparaisense de Artistas Plásticos, situado na Rua 10 - Qd 10 - Lt P - Lj A - Pq São Bernardo - CEP 72870-426 - Valparaíso de Goiás-GO. VALE A PENA CONFERIR!

-
-
-
-
- http://www.valtv.org/noticias/valparaiso-de-goias-go/1322-salvando-o-cerrado-alvimar-artista-plastico.html
- 18--02-2014
- MPF\GO QUER O CRUZAMENTO DE DADOS DE DOADORES DE CAMPANHA E BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA.
- Investigação apontou 20 pessoas em Goiânia que receberam o benefício e que foram doadores nas eleições de 2012.O Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO) requisitou à Secretaria Nacional de Renda e Cidadania o cruzamento de informações do Cadastro Nacional dos Beneficiários do Programa Bolsa Família com a lista de doadores nas eleições municipais no ano de 2012.
- O objetivo é identificar a inscrição e manutenção de beneficiários com renda superior à máxima permitida pelo Programa. Em investigação conduzida pelo MPF/GO, foram detectadas 20 pessoas que recebiam o benefício em Goiânia e foram doadoras de recursos para campanhas nas eleições de 2012.
- “O programa Bolsa Família é destinado a núcleos familiares em situação de extrema pobreza, o qual tem por objetivo assegurar o direito humano à alimentação adequada, promover a segurança alimentar e nutricional, contribuindo para a conquista da cidadania pela população mais vulnerável à fome”, explica o procurador Ailton Benedito, responsável pelas investigações.
A requisição do MPF/GO à Secretaria Nacional de Renda e Cidadania estabelece o prazo de 20 dias para o cruzamento dos dados e o fornecimento das informações sobre as providências consequentes. Destaca-se que os dados poderão ser utilizados para a sanção de eventuais práticas ilícitas.
Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal em Goiás
Fones: (62) 3243-5454
E-mail: ascom@prgo.mpf.gov.br
Site: www.prgo.mpf.mp.br
Twitter: http://twitter.com/mpf_go
Facebook: https://www.facebook.com/MPFGoias
Moradores de rua: Grupo que só cresce
População deve aumentar na época da Copa, alerta estudioso. Governo tenta resolver problema social
Da Redação
redacao@jornaldebrasilia.com.br-
Internação no corredor do Hospital Regional de Taguatinga
Filha de paciente de 88 anos reclama da falta de estrutura. Governo reconhece superlotação.
Ludmila Rocha
ludmila.rocha@jornaldebrasilia.com.br-
Ela tem 88 anos, sofre de problemas cardíacos, é hipertensa, diabética, está com pedras na vesícula e sente dores. Ainda assim, aguarda, em uma maca do Corpo de Bombeiros, no corredor, por um leito na Emergência do Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Maria Rainha de Jesus chegou ao hospital na tarde da última terça, e, após aguardar mais de oito horas sentada em uma cadeira, comemorou, em vez de reclamar, quando pôde finalmente recostar-se em uma maca.
“Primeiro, arrumaram uma cadeira comum, onde ela ficou das 13h às 21h. Em seguida, apareceram com uma cadeira de rodas, onde queriam que ela passasse a noite. Só depois de reclamarmos muito é que conseguiram uma maca”, alega a dona de casa Vera Apparecida, 54 anos, filha da idosa.
A acomodação de pacientes no corredor, porém, é irregular. “Há uma placa dizendo que é proibida a permanência de macas no espaço, mas, claro, ninguém respeita. E a justificativa é a de sempre: que todos os leitos estão sendo utilizados por pacientes em estado mais grave e não há onde colocar tanta gente”, reclamou.
A mulher contou que a mãe é moradora do Recanto das Emas e o primeiro lugar onde buscou atendimento foi a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Samambaia, na semana passada. “Ela estava com febre e pressão baixa. Após ter ficado internada por três dias na UPA à espera de exames, disseram que o caso era grave e pediram que procurássemos um hospital. Fomos a uma clínica particular. O médico afirmou que o caso era cirúrgico, mas disse que antes do procedimento, em função de ela ter problemas cardíacos, precisaria colocar um marca-passo. Foi aí que procuramos o HRT”.
Situação delicada
Assim que chegou ao hospital - com pressão arterial a 6x2 e os batimentos cardíacos a 32 batidas por minuto - Maria teria sido encaminhada para fazer exames de sangue. “O médico disse que só poderia medicá-la após verificar os exames”, comentou a filha. O problema é que o resultado só saiu por volta das 20h30 e, antes de finalmente ser medicada, ainda precisou aguardar o retorno ao médico.
Vera conta que os enfermeiros e técnicos até tentam ajudar, mas faltam equipamentos. “O pessoal faz o que pode, eles estão sendo educados e atenciosos, mas não depende deles. Falta material básico”, lamentou.
Problema Frequente
Pacientes e familiares reclamam que casos como o da idosa acontecem todos os dias no HRT. “Falta de leito é a coisa mais comum aqui”, afirmou Juliana Matos, irmã de um paciente. Segundo eles, só ontem pela manhã novas macas estavam sendo providenciadas para os pacientes que se acumulavam nos corredores.
Mais unidades em breve
Procurada, a Secretaria de Saúde informou que a paciente está sendo acompanhada por clínicos no HRT, está sendo medicada e passa por exames. “A paciente foi classificada como verde, ou seja, sem risco de morte (acima do verde temos as cores amarelo, laranja e vermelho). A SES informa que os atendimentos ocorrem de acordo com a classificação de risco, não por idade. Os pacientes mais graves têm preferência no atendimento”, diz a pasta.
A Saúde explica como funciona a classificação: pacientes classificados como vermelhos, laranjas e amarelos devem procurar os hospitais, pois são situações mais complicadas. Já pacientes classificados como verdes e azuis devem buscar os centros de saúde. “Apesar disso, todos os pacientes que chegam ao hospital são atendidos”, reforça.
A Emergência do HRT tem 62 leitos. Hoje, segundo a pasta, há 147 pacientes na emergência – 60% da Região Metropolitana. “A demanda é cada vez maior e, por isso, diversas ações têm acontecido, como a construção de nove clínicas da Família, quatro UPAs, reforma e ampliação das unidades e contratação de mais de 14 mil funcionários nos últimos três anos”.
21-02-2014Concurso Prefeitura de Valparaíso de Goiás 2014: Edital e Inscrição
Prefeitura de Valparaíso de Goiás, no estado de Goiás, abre 7.812 vagas imediatas para profissionais de níveis médio e superior.
- A Prefeitura de Valparaíso de Goiás, no estado de Goiás, abriu edital de concurso público nº. 1/2014, organizado pelo Instituto Cidades - IC, para o provimento de 7.812 vagas de trabalho, sendo 1.953 imediatas e 5.859 para cadastro de reserva, em cargos de níveis médio e superior. Os salários vão até R$ 2.069,06, por jornada de 30 ou 40 horas semanais.As oportunidades são para cargos de professor, médico, odontólogo, assistente social, psicólogo, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, nutricionista, contador, biólogo, veterinário, agente de educação, desenhista, secretário escolar, dentre outras áreas.As inscrições terão início no dia 21 de fevereiro até 17 de março de 2014, podendo ser efetuadas pelo site – www.institutocidades.org.br. O valor da taxa de inscrição é de R$ 50,00 para concorrer às funções de nível médio e de R$ 70,00 para superior.Na impossibilidade de acesso particular à internet, o candidato poderá efetuar sua inscrição no terminal disponibilizado pelo Instituto Cidades nos Postos Facilitadores, a partir do dia 10 de março de 2014, no Shopping Sul, BR 040, Km 12, Gleba F – Parque Esplanada III, Valparaíso de Goiás – GO, de segunda a sábado, das 10h às 22h.As provas estão previstas para o dia 06 de abril de 2014 e os locais de realização serão divulgados com antecedência aos candidatos no site do Instituto responsável pela aplicação.O prazo de validade do concurso é de dois anos, prorrogável uma única vez, por igual período.Para mais informações acesse o edital (http://www.valparaisodegoias.go.gov.br/Portals/0/Editais/2014/Concursos-Publicos/Concurso-Publico-Valparaiso-de-Goias.pdf)
-
Mais de 2,5 mil pessoas se abrigam sob marquises, árvores e viadutos do Distrito Federal. Do total de moradores de rua, cerca de 450 são crianças, segundo pesquisa da Universidade de Brasília (UnB). E a previsão de especialistas não é otimista: esse número deve aumentar com a proximidade de eventos como a Copa do Mundo.
“Não há como resolver a situação a curto prazo. É preciso haver estratégias a longo prazo, educação da população para não dar esmolas e que o poder público esteja mais atento. Aqui em Brasília as pessoas são muito ‘generosas’ e acabam estimulando os moradores de rua a pedir”, diz o socioeconomista do Centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB, Marcel Bursztyn.
Medo
Mesmo com a criação do Programa Cidade Acolhedora, em julho do ano passado, que busca garantir apoio, orientação e acompanhamento a famílias e indivíduos em situação de rua, ainda se vê centenas de pessoas em situação de vulnerabilidade social em todo o DF.
Comerciantes e moradores do zona central de Brasília estão preocupados com a quantidade de pessoas que vivem nas ruas pedindo esmolas, usando drogas e até cometendo crimes. Muitos confessam que se sentem ameaçados constantemente e até constrangidos com atos obscenos presenciados.
A dona de casa Ângela Dourado, moradora da 106 Sul, diz que tem medo de sair às ruas. “Eles andam armados, não temos segurança aqui na quadra e estão chegando cada vez mais pessoas”, afirma.
Ações enérgicas
Para o aposentado Renato Moura, é preciso que o poder público tenha ações mais enérgicas e faça programas sociais. “Não adianta tirar das ruas. É preciso haver políticas que acolham essas pessoas. Vamos passar uma péssima imagem durante a Copa”, diz.
Segundo comerciantes da 108 Sul, a Igrejinha, ponto turístico da Asa Sul, está sendo esquecida porque as pessoas têm medo de visitar o local. “Construíram barracos atrás da igreja e vivem usando drogas aqui. Eles não respeitam ninguém”, relata o comerciante Rubem Lucena.
Capacidade insuficiente
No Sudoeste, moradores da Quadra 301 contam que veem cenas de nudez e até de sexo frequentemente. “Eles usam os prédios como dormitório, banheiro e até como motel”, reclama o fiscal de um supermercado Gregório dos Anjos.
De acordo com dados da Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (Sedest), existe um programa de acolhimento que busca algumas alternativas, como reinserir estas pessoas no mercado de trabalho, as ajudam a voltar para os estados de origem, oferece tratamento para usuários de drogas, tudo visando a diminuição da quantidade de pessoas usando o espaço público como moradia e/ou pontos de drogas.
A Sedest também informou que existem centros, unidades de acolhimento e casas conveniadas que oferecem vagas. No entanto, são insuficientes para atender toda a população que vive nas ruas.
Saiba Mais
A rede pública de saúde oferece atendimento especializado para as pessoas que vivem nas ruas do Plano Piloto, Taguatinga e Ceilândia. A atenção básica é oferecida pelo programa Consultório na Rua.
Em 2013 foram feitas 7 mil consultas, entre atendimentos médicos, de enfermagem, de psicologia e de assistência social. O principal problema é que, muitas vezes, os pacientes não retornam.
-
-
-







Nenhum comentário:
Postar um comentário